É
preciso pavimentar o caminho para o que haverá de se dizer. Eu como
pastor, líder religioso vejo e sinto o que é exclusão, racismo, ódio,
desprezo pelo pobre, frieza e indiferença. Portanto, minha reflexão
procura encarnar-se na tragédia real das pessoas.
O que me causa perplexidade é perceber que toda essa situação de retrocesso de vida em todos os sentidos, vem sendo azeitada pela máquina religiosa no Brasil. A igreja teria que ser um espaço que nos humaniza e não nos bestializar. A fé verdadeira é conhecida pelo relacionamento imparcial com as pessoas. Jesus não valorizava as pessoas pela cor da pele, dos olhos, beleza das roupas, condição financeira, cultura, classe social, religião, sexo ou idade. Eu me pergunto:
Que espiritualidade é essa em que as pessoas são super-religiosas, super-espirituais, mas ao mesmo tempo são intolerantes, preconceituosas, intransigentes e ríspidas com o outro? Torna-se inaceitável uma igreja que despeja ódio em nome do amor.
O que me causa perplexidade é perceber que toda essa situação de retrocesso de vida em todos os sentidos, vem sendo azeitada pela máquina religiosa no Brasil. A igreja teria que ser um espaço que nos humaniza e não nos bestializar. A fé verdadeira é conhecida pelo relacionamento imparcial com as pessoas. Jesus não valorizava as pessoas pela cor da pele, dos olhos, beleza das roupas, condição financeira, cultura, classe social, religião, sexo ou idade. Eu me pergunto:
Que espiritualidade é essa em que as pessoas são super-religiosas, super-espirituais, mas ao mesmo tempo são intolerantes, preconceituosas, intransigentes e ríspidas com o outro? Torna-se inaceitável uma igreja que despeja ódio em nome do amor.
Marcelo Gomes, Pastor da Igreja Betesda em Sobral
Identidade Mandacaru
Nenhum comentário:
Postar um comentário