A Assessoria de Direitos Humanos e Igualdade Racial da Prefeitura de Curitiba confirmou, nesta quarta-feira, a morte da travesti que foi atacada e queimada em dezembro do ano passado. Natascha teve queimaduras de 2º e 3º graus e estava internada no Hospital Evangélico desde que sofreu a tentavida de homicídio.
Logo após o crime, ocorrido no bairro Capão da Imbuia, na madrigada de 27 de dezembro, Natascha chegou a dizer que havia sido atacada por um ex-cliente. Mas, em seguida, a travesti foi entubada e não conseguiu dar mais detalhes do ocorrido. A polícia não conseguiu confirmar a identidade pelo nome dado pela vítima.
Natascha era moradora de rua e sua identificação não foi possível. Na época do crime, a imprensa local chegou a noticiar que ela havia sido vítima de um grupo, mas o fato não foi confirmado.
Leia a nota da Assessoria de Direitos Humanos e Igualdade Racial de Curitiba:
Faleceu na manhã desta quarta-feira (24) em Curitiba a travesti Natascha. Ela foi atacada e queimada no dia 27 de dezembro. Desde então Natascha estava internada no Hospital Evangélico. A Prefeitura de Curitiba por meio da Assessoria de Direitos Humanos e Igualdade Racial do Gabinete do Prefeito, da Secretaria Municipal de Saúde e da Fundação de Ação Social acompanhavam o caso. O Transgrupo Marcela Prado, foi essencial e protagonizou as principais articulaçoes de apoio para Natascha. Lamentamos profundamente a morte prematura de mais uma cidadã trans.
Vamos continuar acompanhando a resolução deste caso.
NATACHA / 37 ANOS / ESPANCADA E QUEIMADA / PR, CURITIBA
Faleceu na manhã desta quarta-feira (24) em Curitiba a travesti Natascha. Ela foi atacada e queimada no dia 27 de dezembro. Desde então Natascha estava internada no Hospital Evangélico. A Prefeitura de Curitiba por meio da Assessoria de Direitos Humanos e Igualdade Racial do Gabinete do Prefeito, da Secretaria Municipal de Saúde e da Fundação de Ação Social acompanhavam o caso. O Transgrupo Marcela Prado, foi essencial e protagonizou as principais articulaçoes de apoio para Natascha. Lamentamos profundamente a morte prematura de mais uma cidadã trans.
Natascha teve queimaduras de 2º e 3º graus e estava internada no Hospital Evangélico desde que sofreu a tentavida de homicídio.
Logo após o crime, Natascha chegou a dizer que havia sido atacada por um ex-cliente. Em depoimento preliminar, ela contou que um cliente estava entre os agressores que bateram, jogaram gasolina e depois atearam fogo nela.
Rafaelly Wiest, presidente do Transgrupo que atua na defesa dos direitos humanos plena de travestis e transexuais, informou que “Infelizmente, agressões contra travestis em Curitiba não são raras. Tem sempre”, comentou a presidente do grupo.
Disponível em: http://extra.globo.com/noticias/brasil/morre-travesti-atacada-queimada-apos-dois-meses-internada-em-curitiba-18743742.html & https://homofobiamata.wordpress.com/2016/02/24/natacha-37-anos-espancada-e-queimada-pr-curitiba/

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